A Helexia organiza esta quarta-feira, dia 26 de maio, o evento “Energia como fator de competitividade para a exportação”.

A iniciativa, que decorrerá entre as 11h e as 12h, será online e terá transmissão ao vivo nas plataformas Linkedin e Youtube da Helexia.


Vídeo de apresentação do Evento Helexia: “Energia como fator de competitividade para a Exportação”.

A debater a “Energia como fator de competitividade para exportação” estarão os seguintes convidados:

  • Luís Pinho, CEO da Helexia Portugal;
  • Luís Rodrigues, CEO do Grupo Montalva/Izidoro;
  • Manuel Casquiço, Head of Programs and Initiatives Department na ADENE – Agência para a Energia;
  • Nuno Brito Jorge, Diretor Regional para Lisboa da ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários.

energia pode ajudar as empresas a serem competitivas.

“Neste debate interessa-nos acima de tudo olhar para a importância da internacionalização da nossa economia e como a energia, que é um fator transversal a todos os negócios, pode ajudar positivamente as empresas a serem competitivas num mercado global. Muitas vezes ser competitivo é ser a mais eficiente de todas as empresas presente no mercado, não necessariamente a maior. Evitar desperdício energético, utilizar energias limpas e renováveis, faz certamente parte deste caminho e é disso que vamos falar”, refere João Guerra, Responsável de Marketing e Comunicação na Helexia Portugal.

A moderação do debate estará a cargo da jornalista Bárbara Silva, editora do Capital Verde, do Jornal ECO.

“Com o aumento da concorrência e do ritmo de inovação, a internacionalização é extremamente importante para a maioria das empresas portuguesas. A internacionalização exige que cada empresa reúna competências únicas, que possibilitem diferenciação e competitividade num mercado global. Um desses fatores é a gestão minuciosa da energia, que representa uma fatia muito importante do custo industrial e que pode contribuir para o aumento da sustentabilidade dum negócio”, salientam os especialistas da Helexia.

Questões em debate

Dentro da temática da energia e da competitividade, durante o debate de dia 26 de maio, serão abordadas diversas questões, nomeadamente:

  • Gerir energia é otimizar?
  • O consumo de energia por m2 ou por unidade de produto é um KPI (Key Performance Indicator) determinante para a competitividade do negócio?
  • É possível realizar as mesmas atividades, com maior autonomia energética e com mais energia renovável?
  • Quais os indicadores de eficiência energética que devemos seguir e comunicar aos clientes?
  • Os investimentos nas empresas e os incentivos vão ter critérios de avaliação “mais verdes”?

Eficiência produtiva + boa eficiência energética = elevada performance

A ideia é que a eficiência produtiva aliada a uma boa eficiência energética permite obter elevados níveis de performance, concretizados em produtos de qualidade e com preços que possibilitam competir nos mercados internacionais, conclui a empresa.

“O Green deal Europeu está a mudar a forma como política pública, investimento privado e sistema financeiro encaram as necessidades de investimento e crescimento, associando-se cada vez mais com projetos de transição energética, neutralidade carbónica, eficiência energética, redução de desperdício e economia circular”, evidencia a Helexia.

Para a empresa energética, “todos estes fatores são desafios para as empresas, mas também excelentes oportunidades, que podem manifestar-se de várias formas produzir e consumir localmente energia limpa, ter processos produtivos mais eficientes e gerir o seu processo produtivo para detetar e evitar desperdício energético. Estes pontos são essenciais para empresas competitivas e sustentáveis”.

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