A Câmara Municipal de Oeiras instalou papeleiras inteligentes nas ruas do concelho.
As papeleiras inteligentes funcionam a energia solar e são dotadas de um sistema de monitorização de enchimento que lança alertas de necessidade de recolha o que, associado à otimização de rotas, permite a redução do tempo de deslocação das equipas.

“Além do mais estes equipamentos são mais fáceis de higienizar do que as papeleiras tradicionais e viabilizam uma considerável redução da frequência de recolha, pois a sua capacidade de 120 litros com uma compactação de 8 vezes mais, permitirá que apenas seja necessária uma recolha por semana”, salienta a autarquia.

Este dispositivo é realizado no âmbito do projeto-piloto denominado “Papeleiras Inteligentes” que inclui um total de 50 destes equipamentos que serão instalados de forma gradual em vários locais do concelho, sendo que as 11 primeiras papeleiras inteligentes já foram instaladas (5 em Oeiras e 6 em Algés).

De acordo com o município por se tratar de uma ação-piloto, esta melhoria ao nível da higiene urbana não tem custos para o município e terá a duração máxima de sete meses, estando prevista a abertura de concurso público após os primeiros três meses de teste, com vista a uma implementação no território oeirense.

Outros municípios

Este tipo de equipamento de higiene urbana tem vindo já a ser instalado em diferentes outros municípios, casos de Cascais, Mafra, Portimão e Loulé (designadamente em Quarteira).

Albufeira também celebrou um contrato em agosto último com vista ao fornecimento de papeleiras inteligentes compactadoras a energia solar por parte da empresa Hidromaster.

Em Lisboa, a Assembleia Municipal deliberou, em setembro último e na sequência de uma proposta do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes, recomendar à Câmara Municipal de Lisboa que “desenvolva as diligências necessárias com vista ao estudo e à implementação de uma rede complementar de papeleiras inteligentes, promovendo a sua localização em espaços preferencialmente pedonais”. Ficou ainda decidido que a Câmara Municipal de Lisboa deverá dar conhecimento à Assembleia Municipal de Lisboa das diligências desenvolvidas “com vista à implementação de uma rede complementar de papeleiras inteligentes, incluindo a proposta de calendarização e os locais”.

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