Desde o lançamento do Pacto Português para os Plásticos em fevereiro de 2020, foram várias já as entidades a subscrever as metas e a visão de uma nova economia dos plásticos.

Até ao momento e de acordo com a informação dispionibilizada na página da iniciativa, o Pacto Português para os Plásticos conta com mais de 80 membros efetivos e membros institucionais, representando diferentes etapas da cadeia de valor do plástico.

Contudo, do lado das autarquias, para já apenas seis municípios aderiram a esta aliança: casos das câmaras municipais de Lisboa, Maia, Porto, Póvoa de Varzim, Torres Vedras e Valongo.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), instituição pública que visa o desenvolvimento integrado e sustentável da região do norte do país também faz parte dos membros.

No entanto, em termos de poder local não há, por enquanto, mais representatividade neste importante Pacto.

Economia circular para os plásticos

O Pacto Português para os Plásticos faz parte de uma rede global composta por iniciativas nacionais e regionais similares, promovida pela Fundação Ellen MacArthur que se caracteriza por incentivar uma economia circular para os plásticos, em que estes nunca se convertem em resíduos.

Esta rede de países líderes na transição para uma economia circular para os plásticos tem vindo a crescer de ano para ano, partilhando os seus membros da mesma visão e objetivos.

As metas 2025 do Pacto Português para os plásticos são as seguintes:

Foto: Pacto Português para os Plásticos

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