Lisboa prepara-se para vir a ter novos sistemas de controlo de acessos às Zonas de Acesso Automóvel Condicionado (ZAAC), os quais se destacam dos atuais por estarem adaptados a um conjunto alargado de novas realidades da mobilidade urbana, nomeadamente o carsharing (partilha de carro) ou o projeto SIMON (tecnologia ao serviço dos cidadãos e cidadãs com mobilidade reduzida).

Os novos sistemas, cujo concurso público para o seu fornecimento, instalação e manutenção decorre até 31 de julho, estarão ainda preparados para validar o acesso dos alugueres de curta duração, do trabalho dos operadores privados ao serviço de operadores de serviços públicos essenciais e do livre acesso à propriedade privada.

Para aceder aos detalhes do concurso, pode consultar a plataforma de contratação pública Saphetygov, procedimento CPI 35/2020 – Fornecimento, instalação e manutenção dos sistemas de controlo de acessos às Zonas de Acesso Automóvel Condicionado. O concurso consta do Diário da República, 2.ª série – N.º 124 – 29 de junho de 2020 – Anúncio de procedimento n.º 6799/2020.

Este concurso público vem na sequência de a Empresa Municipal Mobilidade e Estacionamento da capital (EMEL) ter verificado que o atual sistema de controlo do acesso automóvel às ZAAC já não responde, com a eficácia essencial às necessidades de quem acede com o automóvel a estas zonas, nem tem a versatilidade exigida pelas novas realidades de mobilidade.

Renovação integral dos atuais sistemas

“Enquanto responsável pela gestão da mobilidade e estacionamento em Lisboa, em particular nos Bairros Históricos, e cumprindo com o compromisso assumido com a cidade enquanto prestadora de um serviço público que visa garantir mais segurança e bem-estar a quem circula nas ruas da capital, a EMEL vai assim dar início à renovação integral dos atuais sistemas de controlo de acessos e implementar uma nova Zonas de Acesso Automóvel Condicionado, a ZAAC da Madragoa, um projeto já previsto desde o ano passado e que visa melhorar a qualidade de vida dos residentes”, explica a empresa.

O valor do preço base do procedimento é de 4,1 milhões de euros.

Os trabalhos serão executados num prazo de 48 meses.

Foto: EMEL | Filipe Santos

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