A Fisker está a preparar-se para a fase final de desenvolvimento e comercialização do seu modelo 100% elétrico, Fisker Ocean.

Enquanto isso, o fabricante deu a conhecer uma derivação mais musculada que o seu veículo terá, transformando-o num TT de “barba rija” a partir de um SUV: o Force-E.

O Force-E (Force Electric) é agora uma opção mais radical com um “pack” off-road desenvolvido a partir do Fisker Ocean.

O Force-E estará disponível apenas em configurações 4×4 com uma potência de cerca de 300 cv. A suspensão é mais elevada, os pneus são TT e os faróis habituais são reforçados por outro par de luzes auxiliares.

Outros itens presentes são uma barra de proteção frontal, ganchos de reboque dianteiros extras e placa de proteção inferior à frente.

O interior terá ainda certas atualizações face ao Ocean standard com materiais mais resistentes e duráveis.

Contudo, este veículo reúne alguns aspetos interessantes que têm o condão de poder ser autênticas bóias de salvação para outros veículos EV, inclusivamente resgatar outros TT elétricos que fiquem sem bateria em incursões por fora de estrada, dado que possui um mecanismo de “plug” capaz de fornecer energia a terceiros, uma “charging box”.

A “charging box” na traseira do TT permite dar um “encosto” de bateria. Por enquanto, a marca não refere capacidade ou tempos de carga.

A vantagem do elétrico vê-se (também) sob o capot

O maior espaço disponível sob o capot face aos veículos a gasolina ou Diesel leva ainda a que este Force-E aproveite essa zona para alojar um pneu sobresselente de tamanho normal e para equipar um depósito de água potável, com uma torneira na parte inferior frontal do para-choques, para facilitar o acesso à água em situações de resgate.

Sobre o Fisker Ocean standard: a estimativa mais recente dos responsáveis da marca é que este veículo entre em produção no final do próximo ano (2021), iniciando as entregas no segundo semestre de 2022.

A Fisker afirma que esta variante mais extrema do Ocean foi concebida para servir alguns segmentos de mercado, como veículos de resgate, deslocações de pessoal em bases militares, veículos policiais, municípios e organizações internacionais.

Contudo, não opõe que um particular opte por esta configuração.

Por enquanto não há mais indicações, com a Fisker a referir que facultará dados adicionais em 2021 quando a Fisker mostrar um protótipo de condução.

A convicção deste construtor é que à medida que saírmos da crise da pandemia de COVID-19, mais frotas e organizações internacionais irão voltar-se para veículos de emissão zero que utilizem materiais mais sustentáveis.

A marca reitera a sua visão de que “um futuro limpo para todos” se está a tornar-se mais óbvia e crítica nas nossas escolhas futuras de estilo de vida: “Poluição e fraca qualidade do ar levam a doenças pulmonares e enfraquecem o sistema imunológico, pelo que nunca foi tão óbvio como agora que precisamos reduzir as emissões e trabalhar juntos para criar um ambiente mais limpo”, refere o fabricante.

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