A divisão Mulliner da Bentley deu início a uma nova era. O novo Bentley Mulliner Bacalar – com uma produção limitada a doze unidades – representa o futuro da marca de Crewe em matéria de personalização.

Com o anúncio do final da produção do Bentley Mulsanne, a divisão Mulliner inicia agora
uma nova etapa. O carroçador pertencente à Bentley passa a dedicar-se à produção dos
modelos mais exclusivistas e especiais da marca, dando início a uma estratégia que inclui
as séries de produção mais limitadas.

Bacalar (o nome de um lago situado na península de Yucatán, no México) é a primeira dessas criações, inspirando-se no concept comemorativo do centenário da Bentley, o EXP 100 GT.

A nível de soluções de motorização, o Bacalar mantém o motor 6.0 W12 Twin-Turbo do Continental GT, mas com cv e um binário máximo de 900 Nm.

O Bacalar, que é feito de forma artesanal e terá uma produção limitada a 12 unidades, tem a particularidade de utilizar dois tipos de materiais mais sustentáveis.

Tinta com cinzas de casca de arroz

Um deles é a tinta da carroçaria desta “barchetta” baseada no Continental GT que é feita com cinzas de casca de arroz.

No interior, há ainda revestimentos em lã produzidos através de um processo artesanal.

Outro aspeto curioso é que o painel do interior foi fabricado a partir de árvores que, segundo a marca, caíram naturalmente, e que estavam preservadas há cinco mil anos na região de East Anglia, em Inglaterra.

Trata-se de madeira petrificada, uma matéria vegetal fossilizada através de um processo de mineralização.

Ou seja, este Bentley de 1,8 milhões de euros é mais uma evidência de que a indústria de luxo está a olhar para a sustentabilidade como o novo luxo.

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