A Cidade do México decidiu implementar um plano que visa banir o uso de plásticos descartáveis até 2021 nesta que é uma das capitais mais populosas do mundo.

O plano é gradual e começou a ser aplicado em janeiro deste ano, havendo já sacos de plástico a darem lugar a bolsas de papel, tecido, palha e outros materiais reutilizáveis. A proibição de venda deste tipo de sacos de plástico recai sobre lojas e supermercados.

A capital do México tem 12 milhões de habitantes, mas a população chega até 21 milhões se forem consideradas as áreas metropolitanas.

Na mira das autoridades locais estão também outros itens de plástico como palhinhas, copos, talheres e até cápsulas de café e balões.

No início deste mês de março, a Secretaria do Meio Ambiente (Sedema) da Cidade do México publicou um decreto em que abre uma exceção a permitir o uso de sacos de plásticos “apenas por razões de segurança, saúde e saneamento” para o manuseio de produtos alimentares, tais como carne fresca e produtos de origem animal e à base de carne (como presunto, linguiça, mortadela, bacon), peixe e laticínios, como queijo, cremes.

Segundo dados compilados pela ONU, todos os dias, a Cidade do México produz 13 mil toneladas de lixo.

Para o transporte de alimentos como frutas, verduras, vegetais, cereais e frutos secos está proibido a utilização de sacos de plástico.

Das inspeções feitas até ao momento, cerca de 92% dos comerciantes na Cidade do México estão a respeitar a proibição de vender, distribuir e entregar sacos de plástico descartáveis.

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