Apesar do Natal e do “reveillon” terem ficado para trás, a quadra festiva ainda não cessou, dado que dia 6 é Dia de Reis, altura ainda de degustar rabanadas, sonhos, filhoses, azevias ou coscorões.

Daí que seja relevante relembrar que o óleo utilizado na cozinha não deve ir parar ao lixo comum ou pelo cano abaixo, dados os danos ambientais severos causados: um simples litro de óleo usado polui cerca de um milhão de litros de água.

um litro de óleo usado polui cerca de um milhão de litros de água

A Prio, que tem sido pioneira no nosso país no aproveitamento de óleos alimentares usados para a produção de biocombustíveis, enfatiza que com um encaminhamento correto deste resíduo, evita-se que os cursos de água sejam afetados. “Além disso, com mil litros de óleo alimentar usado produzem-se cerca 950 litros de biodiesel, um biocombustível amigo do ambiente e que pode muito bem ser o futuro dos transportes”, aponta a empresa portuguesa.

com mil litros de óleo alimentar usado produzem-se cerca 950 litros de biodiesel

O encaminhamento destes óleos pode ser feito junto da rede de pontos de recolha seletiva que a Prio tem pelo país e que conta já com mais de 400 oleões distribuídos de norte a sul do território nacional.

O projeto Prio Top Level é, desta modo, uma alternativa mais ecológica, sustentável e que promove a reciclagem, pois garante a alocação de pontos de recolha para os óleos alimentares usados, que por sua vez são recolhidos, transportados, pré tratados e armazenados pela Hardlevel. No final, a empresa encaminha-os para a produção de biodiesel na Prio.

Segundo a Prio, o óleo alimentar usado pode ser depositado em dois tipos de oleões: o simples, se se optar por colocar este resíduo em garrafas de plástico usadas até 6 litros; e o avançado, se se optar por colocar, em exclusivo, o óleo dentro das garrafas próprias “mini oleão” que a Prio criou no oleão avançado mais próximo. Esta embalagem pode ser levantada de forma gratuita nos postos da Prio, recebendo gratuitamente o consumidor uma embalagem vazia, após inserir a cheia nos seus óleões.

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Paulo

A Prio diz que anda a comprar 3/4 dos óleos lá fora porque os “Portugueses” reciclam pouco estes óleos vegetais alimentares, porque a UE impõe uma % de produção do bio-diesel em Portugal. Mas a culpa será dos Portugueses ou da falta de infra-estruturas para receber estes óleos? A Prio anda a gastar dinheiro para comprar os 3/4 de óleos a outros países em vez de investir na infra-estrutura/pontos de recolha? É que segundo a Prio, só existem 6 postos avançados de reciclagem dos óleos em Portugal, e dos ditos normais, nem sequer existe um em cada capital de distrito!… Read more »