Dezasseis projetos focados na qualidade de vida das pessoas mais velhas, sobretudo as que vivem isoladas, vão ser apoiados pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Trata-se de um conjunto de projetos escolhidos entre 132 candidaturas ao concurso “Envelhecimento na Comunidade”, uma iniciativa lançada pela Fundação para reforçar a capacidade das organizações sociais que atuam neste campo.

Às entidades responsáveis por estes projetos será concedido apoio financeiro e formação para os seus profissionais, quer nos locais onde os projetos se realizam, quer na Fundação, em sessões temáticas mais abrangentes.

O concurso surgiu na sequência do estudo “Ageing in Place”, realizado em 2018, responsável por um levantamento das boas práticas nesta área, que vão de encontro às orientações da OMS: manter as pessoas mais velhas nos seus ambientes, onde vivem em segurança e participam ativamente na vida comunitária.

O júri do concurso “Envelhecimento na Comunidade” distinguiu propostas inovadoras, muitas delas visando pessoas geograficamente mais isoladas e com desigualdades de oportunidades no acesso à prestação de cuidados a todos os níveis.

Ao longo de três anos (2019/2022), a Fundação Calouste Gulbenkian acompanhará estes projetos em locais como: Porto, Santa Maria da Feira, Marco de Canaveses, Boticas (Vila Real), Amares (Braga), Mação, Castelo Branco, Portalegre, Mértola, Lisboa e Câmara de Lobos (Madeira).

 

Iniciativas a desenvolver

Estilos de vida saudáveis, prática de atividades físicas, estímulo à participação social, utilização das novas tecnologias no envelhecimento ativo e saudável, na resolução das tarefas quotidianas e na estimulação cognitiva e preservação da saúde mental, são algumas das iniciativas a desenvolver. Destaca-se também a prática de voluntariado entre os mais velhos, a formação e o apoio aos cuidadores familiares e profissionais e a melhoria das acessibilidades no espaço privado e no público.

 

 

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