Halloween? Os vampiros de energia atacam quando menos espera

Os "vampiros da energia" sugam os consumidores durante o ano inteiro e não apenas no Halloween. Saiba o que são e como prevenir ser atacado.

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Está aí a noite do Halloween, dos lobisomens, das bruxas e dos vampiros. Mas para os consumidores, há um tipo de “vampiro” que ataca durante o ano inteiro, no silêncio das habitações, sem que, todavia, muitas pessoas valorizem.

Trata-se dos “vampiros da energia”, equipamentos que estão em permanência ligados às tomadas e que são responsáveis pela subida do consumo energético.

O resultado final é um susto para as carteiras e uma mordidela para o ambiente.

Os especialistas da Think Energy referem que os “vampiros da energia” são aparelhos e dispositivos que podem absorver eletricidade mesmo quando estão desligados, simplesmente porque ainda estão conectados à rede.

Segundo a Think Energy, os aparelhos nestas circunstâncias podem representar entre 5% a 10% do uso de energia da sua casa e acrescentar mais de 90 euros à conta todos os anos.

Como derrotar vampiros de energia da sua casa?

Entre os maiores “vampiros de energia” estão computadores, ecrãs, LCD, plasmas e projetores de imagem; sistemas de som surround; boxes de televisão por satélite e por cabo; e os mais variados aparelhos que possuem um relógio digital.

De acordo com a Think Energy, as caixas de televisão por cabo, por exemplo, consomem uma média de 17,83 Watts, mesmo quando ninguém está a ver TV.

A Think Energy fez ainda contas ao dispêndio de energia de outros aparelhos que se revelam, igualmente, “vampiros energéticos”.

“Se houver vampiros de energia à espreita em sua casa, não deixe que continuem a morder no seu bolso”, lembra a Think Energy.

Segundo estes especialistas, um carregador médio de telemóvel consome 0,26 watts de energia quando é conectado e 2,24 watts quando um telefone totalmente carregado é conectado a ele. Uma máquina de café tem um valor de energia de 1,25 dólares por mês (algo como 1,10 euros), mesmo que nunca seja ligada.

Tudo isto pode parecer pequeno, mas se se olhar a uma escala mais global, as cifras ganham contornos impressionantes.

3,6 mil milhões de euros por ano

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA estimou que os “vampiros energéticos” sorvem cerca de 3,6 mil milhões de euros em eletricidade por ano.

Quais as melhores formas de cada consumidor mata estes “vampiros”? A solução é muito linear e, como se imaginará, não envolve disparar balas de prata, acenar com alho ou espetar uma estaca no coração dos equipamentos.

A solução passa por desconectar os dispositivos que não estão a ser usados. É o caso de televisões e leitores de DVD que tenha nalguma divisão da casa menos frequentada.

O conselho da Think Energy é que o consumidor ligue vários dispositivos numa extensão em linha para que seja possível desligá-los a todos, ao mesmo tempo, premindo um único botão.

Os carregadores dos telemóveis e tablets deverão também ser tirados das tomadas assim que os seus aparelhos fiquem carregados.

Outra dica passa por desligar qualquer tipo de aparelho que tenha um relógio digital – como microondas – quando não estiverem a ser utilizados.

Relativamente aos computadores, a Think Energy refere que sempre que se preveja que o PC não vá ser utilizado na meia hora seguinte deve acionar-se o “modo de suspensão”. E depois de fazer “off”, o computador deve ser mesmo desconectado do carregador.

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