Desde pequenos que somos incentivados a sonhar em grande e a desejarmos sempre mais. Esse ideal de “grandeza” vai-se refletindo várias vezes ao longo da nossa vida e influencia as nossas ambições, nomeadamente quando pensamos nas características da casa onde queremos viver. No entanto, optar por uma casa pequena pode ter as suas vantagens…

1. Menos tempo a fazer limpezas

Uma casa com menos divisões demora menos tempo a ser limpa do que uma habitação com dois andares, por exemplo. O que poupa na lida da casa pode aproveitar para fazer coisas de que realmente gosta.

 

 

2. Menos probabilidade de se sentir sozinho

Quando a idade começa a avançar e os filhos saem de casa, algumas pessoas arrependem-se de ter comprado imóveis tão grandes. Sem os filhos “a encherem a casa” sentem-se sozinhos. Por vezes, até mesmo “perdidos” no meio de tanto espaço que deixa de ser utilizado. Quando se vive numa habitação mais pequena é menos provável isso acontecer, porque há menos espaço “desabitado”.

3. Convívio familiar mais recorrente

Uma habitação com menos metros quadrados dá menos oportunidade para que quem lá mora “se disperse” e se isole pela casa. Consequentemente o convívio familiar acaba por ser potencialmente mais recorrente. 

 

 

4. Menor impacto ambiental

Numa altura em que a pegada ecológica é, cada vez mais, uma preocupação para a sociedade atual, optar por uma casa de menores dimensões pode dar uma ajuda. Quantos menos metros quadrados tiver o sítio onde mora, menos recursos, a nível de água e energia por exemplo, vai gastar. 

 

5. Despesas mensais mais baixas

Se vai exigir um consumo de luz e água mais reduzido, isso também se vai refletir nas contas ao final do mês. Consegue poupar muito mais dinheiro se escolher viver numa casa com menos assoalhadas do que se optar por uma grande moradia.

 

6. Mais espaço exterior

Quanto mais pequena a casa for, mais espaço exterior vai poder utilizar para dar forma a um jardim ou a uma zona de convívio ao ar livre. Ao se criarem este tipo de espaços no exterior da habitação, as pessoas acabam por se sentir mais incentivadas a realizar atividades ao ar livre e a passarem bons momentos no meio da natureza.

7. A mesma potencialidade que uma casa grande

Outros dos aspetos que pode influenciar a forma como se sente a viver numa determinada casa é a funcionalidade da mesma. Também aí os espaços mais pequenos podem ser uma melhor escolha. Uma casa pequena bem desenhada consegue ser tão ou mais espaçosa, acolhedora e funcional do que uma casa grande mal arquitetada e cuja funcionalidade e comodidade do espaço fica aquém do desejado. 

8. Menos móveis e decoração

A somar às despesas mensais e de aquisição de um espaço próprio, temos o valor que é preciso investir em mobília para se “rechear” um lar. Se a habitação é mais pequena esta também vai necessitar de menos móveis para ocupar eventuais espaços vazios. O dinheiro que poupa em quantidade pode sempre usá-lo para apostar em qualidade e em coisas que realmente deseja “expor” na sua casa.

9. Melhor localização

Pelo mesmo valor, uma casa com menos assoalhadas poderá ter uma localização melhor, mais próxima do centro, da escola ou do local de trabalho. Deste modo, as deslocações diárias podem ser mais rápidas e menos dispendiosas. Além disso, na hora de vender ou arrendar, com uma boa localização, tudo se torna mais fácil.

10. Maior organização

Viver num espaço mais limitado vai ajudar a melhorar a sua organização. Uma vez que o espaço é reduzido, os objetos supérfluos acabam por ser menos frequentes e é impulsionada uma maior seleção dos bens realmente essenciais. Além de que, as pessoas tendem a ser mais organizadas em espaços mais pequenos por uma questão de funcionalidade. 

E então, conseguimos que pense duas vezes antes de subestimar a potencialidade de uns metros quadrados mais modestos?

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