Não se trata de uma questão de sol (vitamina D) ou de espaços verdes.
O contexto é perfeito!

No entanto, o recente índice de 2019 da OCDE (Better Life Index) que classifica os países por quão bem os cidadãos são capazes de conciliar o seu trabalho e vida pessoal, deixa bem claro quais os indicadores que estão a falhar em Portugal: rendimento, comunidade (sentido de pertença), envolvimento cívico e satisfação de vida (ou felicidade).

Em geral, os portugueses estão menos satisfeitos com a vida do que a média da OCDE. Numa escala de 0 a 10, os portugueses deram uma nota média de 5,4, uma das notas mais baixas da OCDE, onde a satisfação média de vida é de 6,5.

A confiança no governo é essencial para a coesão e o bem-estar social e o indicador mais recente que temos é o das Legislativas 2019, em que se verificou que há cada vez mais portugueses que optam por não escolher como querem ser governados e representados na Assembleia da República.

Então como se vive nos países com melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, como é o caso da Holanda e Dinamarca?

Uma fórmula que parece tão simples e eficazmente aplicada nas cidades inteligentes, que encontram as soluções para as necessidades dos cidadãos.

Trabalham-se menos horas, anda-se de bicicleta e transportes públicos, a população vota e sabe que os impostos que pagam têm retorno efectivo na sua qualidade de vida.

De resto, Portugal fica a ganhar, quanto ao número de horas de exposição solar e proximidade do mar e de espaços verdes.

 

 

 

 

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