O uso responsável da tecnologia implica pensamento ético e deve ser baseado nos padrões internacionais de direitos humanos.

Uma das grandes conquistas dos últimos 70 anos, tem sido o reconhecimento universal de que direitos básicos e liberdades fundamentais são inerentes a todos os seres humanos, inalienáveis e igualmente aplicáveis a todos, e que todos nós nascemos livres e iguais em dignidade e direitos.

No caso das tecnologias disruptivas, os padrões e convenções internacionais de direitos humanos fornecem direitos universalmente acordados – como privacidade, segurança, liberdade de expressão, não discriminação, direitos da criança e liberdade de movimento – contra os quais as empresas (e governos) podem avaliar o potencial impacto de maneira estruturada, metódica e abrangente.

Tendo em conta que este não é um tema linear, acaba de ser publicado pelo World Economic Forum (WEF) um relatório que propõe uma nova estrutura para este uso responsável das tecnologias que se têm vindo a tornar cada vez mais presentes nas nossas vidas quotidianas.

Quais os riscos e oportunidades das tecnologias disruptivas?

Como as novas tecnologias disruptivas – como inteligência artificial (IA), robótica, impressão 3D, internet das coisas (IoT), 5G, blockchain, computação quântica, veículos autónomos, biotecnologia e nanotecnologia – devem ser geridas e governadas?

Para enfrentar alguns dos desafios ambientais, sociais e de governação mais prementes, é necessário ter em consideração o impacto positivo, assim como a devida prevenção proativa de riscos adversos.

 

 

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