A Seat está empenhada na implementação de tecnologia de Gás Natural Comprimido (GNC), passando a disponibilizar uma gama alargada deste género de oferta em termos de modelos, também em Portugal.

A gama GNC inclui o Ibiza TGI, Arona TGI e Leon TGI (5 portas e ST).

Os preços são os seguintes:

MODELO VERSÃO Cilindrada (cc) Potência CO2 (g/km) P.V.P.
IBIZA MY’20 1.0 TGI REFERENCE 6v 999 90 cv 106 17275 euros
1.0 TGI STYLE 6v 999 90 cv 106 18977 euros
1.0 TGI XCELLENCE 6v 999 90 cv 106 20478 euros
1.0 TGI FR 6v 999 90 cv 107 20498 euros
NOVO ARONA MY’19 1.0 TGI REFERENCE 6v 999 90 cv 106 19107 euros
1.0 TGI STYLE 6v 999 90 cv 106 21107 euros
1.0 TGI XCELLENCE  6v 999 90 cv 107 23807 euros
1.0 TGI FR 6v 999 90 cv 107 23807 euros
LEON CNG 5 PORTAS MY’20 1.5 TGI TSI STYLE DSG 7v S&S 1498 130 cv 111 29574 euros
1.5 TGI XCELLENCE DSG 7v S&S 1498 130 cv 115 31408 euros
1.5 TGI FR DSG 7v S&S 1498 130 cv 113 31404 euros
LEON Sportourer ST CNG MY’20 1.5 TGI  STYLE DSG 7v S&S 1498 130 cv 111 30619 euros
1.5 TGI  XCELLENCE DSG 7v S&S 1498 130 cv 115 32366 euros
1.5 TGI  FR DSG 7v S&S 1498 130 cv 114 32363 euros

 

Todos os veículos foram desenhados e concebidos na fábrica da Seat, em Martorell, “assumindo-se como mais um passo no programa de desenvolvimento da empresa, evidenciando os benefícios de usar GNC como combustível primário, um combustível com menor impacto no ambiente mas sem diminuição no prazer de condução”, entenda a marca.

Alternativa aos combustíveis fósseis tradicionais

Em Portugal, são atribuídos diversos benefícios fiscais para veículos de série a Gás, tanto para particulares como para empresas. Existe uma redução na Tributação Autónoma para 7,5%, 15% e 27,5% em cada um dos três escalões, em vez de 10%, 27,5% e 35% nos modelos a gasóleo. Também o Imposto Sobre Veículos (ISV) é reduzido para 40%, e às empresas é ainda permitida a dedução de 50% do IVA pago na aquisição destas viaturas até 37.500 euros. Além disso, existe ainda uma dedução de 50% do IVA destes combustíveis.

“A Seat está determinada a acelerar o GNC como alternativa aos combustíveis fósseis tradicionais. Uma solução que poderá ser mais vantajosa para quem tem um estilo de vida mais urbano”, refere Rodolfo Florit, diretor geral da Seat Portugal.

“O impulso dado pelas recomendações e normativas europeias ao nível da expansão da rede de abastecimento está a criar as condições para a aposta na comercialização destes veículos híbridos”, reforça Florit.

Menos 25% de emissões de CO2

De acordo com o construtor, um veículo a GNC tem menos 25% de emissões de CO2 face a um automóvel a gasolina equivalente. Quanto aos benefícios ecológicos e fiscais, a tecnologia permite custos por quilómetro, até 50% mais baratos do que o equivalente num modelo a gasolina e 30% menos do que num Diesel.

Alcance de 440 km no Leon GNC

Com a introdução do terceiro depósito de GNC, no caso do Ibiza e do Arona, a autonomia em modo GNC chega agora aos 360 km (de acordo com medições WLTP), enquanto o Leon consegue alcançar os 440 km (ciclo WLTP).

A decisão da Seat em aumentar a autonomia em modo GNC em detrimento da autonomia a gasolina decorre da procura dos clientes que já utilizam GNC: os condutores escolhem sistematicamente usar o GNC uma vez que percebem ter uma melhor sustentabilidade, consideráveis poupanças de combustível, e já sabem onde estão os pontos de abastecimento nas suas rotas diárias.

Depósitos de aço de elevada resistência

Os veículos GNC integram três depósitos de GNC (Ibiza, Arona e Leon TGI), um bocal de enchimento atrás da portinhola de reabastecimento de gasolina, sensores de pressão de gás e um regulador eletrónico de dois patamares que controla a alimentação do gás ao motor GNC, resultando num conjunto de componentes substancialmente modificados e com muitas peças específicas, essenciais para uma operacionalidade excecional tanto nos modos de funcionamento com gás ou gasolina, havendo ainda elementos especialmente adaptados às características da combustão de gás natural (êmbolos reforçados e segmentos otimizados, aros de rolamentos reforçados, veio de excêntricos adaptados, guias e sedes de válvulas em material reforçado, válvulas de escape com tratamento a nitrogénio, sonda lambda e conversor catalítico otimizados para conversão a metanol, etc.).

Leon GNC

Embora o GNC seja armazenado a elevadas pressões (aproximadamente 200bar), os depósitos estão construídos e homologados para resistirem a mais do dobro da pressão de trabalho. Os tubos de alta pressão são em aço inoxidável com válvulas eletrónicas de segurança que isolam cada secção do circuito de elevada pressão. Os próprios depósitos estão equipados com fusíveis térmicos que abrem no caso de uma improvável situação de calor extremo de forma a libertar o gás que é assim libertado de forma segura.

O Ibiza TGI e o Arona TGI usam depósitos fabricados em aço de elevada resistência, enquanto o Leon 1.5 TGI EVO é equipado com um conjunto de um depósito em aço de elevada resistência, mais pequeno e colocado à frente do eixo traseiro, e de dois novos depósitos maiores, localizados atrás do eixo traseiro e fabricados num composto de fibra de carbono, o que significa maior redução de peso e otimização na distribuição de massas.

Quando o Ibiza, Arona e Leon usam o gás natural como combustível principal, no caso da temperatura exterior descer abaixo de -10°C o motor arrancará a gasolina enquanto os injetores de gás são aquecidos à temperatura ideal antes de ser ativado o circuito de GNC. A troca acontece automaticamente, sem que o condutor se aperceba de qualquer diferença na performance do veículo ou na sua dinâmica, sendo capaz de corresponder a todas as exigências.

Em condições normais de condução, os veículos GNC apenas recorrem à gasolina, como combustível alternativo, no caso dos depósitos de GNC ficarem vazios.

“O GNC é incrivelmente eficiente: a energia gerada por 1kg de gás natural comprimido equivale a 2 litros de GPL, 1.3 litros de Diesel e 1.5 litros de gasolina. Como o GNC é mais barato do que a gasolina ou o gasóleo, os clientes usufruem de maiores distâncias de viagem com um custo reduzido por quilómetro”, aponta a Seat que acrescenta aos benefícios deste carburante a capacidade de reabastecer num espaço de tempo semelhante ao da gasolina ou Diesel: “O GNC posiciona-se para integrar num futuro próximo o ‘mix’ de combustíveis, ajudando a manter as nossas necessidades de mobilidade”, aponta.

A Seat está também a apoiar o desenvolvimento e disponibilidade do bio metano renovável, que neutraliza as emissões de CO2 geradas com a utilização do veículo. Somente um veículo 100% elétrico carregado com eletricidade oriunda de fontes 100% renováveis consegue oferecer uma melhor relação.

Consciente de que a rede de GNC é um dos quebra-cabeças para os utilizadores deste género de elétricos, a Seat Portugal assinou recentemente um protocolo de parceria com a Dourogás, grupo que integra empresas de distribuição e comercialização de gás natural.

A ideia é que os interessados nesta tecnologia possam ter alguns postos para abastecer.

A rede pode ser consultada aqui:

 

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