A Voltalia, que adquiriu a Martifer Solar há cerca de três anos e inaugurou escritórios no Porto, onde ficará instalado o seu centro mundial de competências fotovoltaicos, iniciou um processo de aquisição da Helexia.

“Esta aquisição está em linha com a nossa estratégia de crescimento no campo da energia solar, uma vez que a competitividade nesta área está em crescendo”, afirma Clerc.

A operação pode ficar concluída no terceiro trimestre deste ano.

A Helexia fechou o exercício de 2018 com receitas de 14 milhões de euros e um Ebitda de 49%.

A Voltalia avança que, em 10 anos, a francesa Helexia, “tornou-se numa referência internacional através da construção de ‘rooftops’ fotovoltaicos e eficiência energética”.

Ao Jornal de Negócios, Sebastien Clerc, CEO da empresa, afirmou que “Portugal será a base da energia fotovoltaica da Voltalia”.

Atualmente, a Helexia pertence à família Mulliez, através da Creadev, que também é acionista maioritário da Voltalia.

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