Lembra-se do “K.I.T.T., vem-me buscar”? A Tesla já tem o modelo nas estradas

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A série de TV da década de 1980 “Knight Rider” (em Portugal conhecido como “O Justiceiro” e no Brasil como “A Super Máquina”) tinha como grande estrela um automóvel dotado de Inteligência Artificial (na carroçaria de um Pontiac TransAm), capaz de falar e conduzir sozinho, entre outras habilidades: o K.I.T.T., acrónimo de Knight Industries Two Thousand.

O facto é que, em três décadas, o imaginário da ficção concretizou-se e os mais recentes modelos de automóveis já possuem tecnologias com algum nível de condução autónoma.

Até 45 metros de distância

A Tesla tem sido dos construtores que mais se tem empenhado no desenvolvimento deste género de soluções e a versão beta mais recente do seu Autopilot (apelidada de “Enhanced Summon”) permite que os veículos circulem autonomamente em parques de estacionamento, efetuando as manobras necessárias (incluindo mudanças de direção) para chegarem ao local onde estão os seus proprietários (baseado no GPS do telemóvel), num raio de até 45 metros.

A função autónoma “Enhanced Summon” é, portanto, mais complexa do que as mais elementares ordens de avançar – “Forward” – ou recuar – “Reverse” -, para providenciar espaço para os passageiros entrarem mais facilmente no carro.

Um dono de um Tesla Model 3 fez a experiência com o “Enhanced Summon”, num estacionamento nos EUA, demonstrando a capacidade de orientação, decisão e segurança do veículo em situações reais de trânsito.

Para reforçar a segurança de toda a operação, o condutor terá de manter pressionado um botão virtual na sua app para que o veículo se mantenha em movimento, caso contrário a viatura imobilizar-se-á.

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