Vacas que pastam ao ar livre têm menor pegada de carbono

Um estudo desenvolvido durante dois anos pela Terraprima, uma spin-off do Instituto Superior Técnico, conclui que a pegada de carbono destas vacas que pastam em liberdade é 32% inferior às que vivem fechadas em estábulos.

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Cerca de três anos depois de terem introduzido o “Programa Leite de Vacas Felizes”, na Ilha de São Miguel, nos Açores, visando “proporcionar as melhores práticas de produção leiteira e os mais exigentes critérios de sustentabilidade e bem-estar animal”, os produtores do queijo Terra Nostra fazem questão de sublinhar que, com o programa, a pegada de carbono destas vacas que pastam em liberdade é 32% inferior às que vivem fechadas em estábulos.

“Queremos estar na frente no que toca a rigorosas práticas de produção que protejam o planeta para as gerações vindouras. Sabemos que o pastoreio das nossas vacas ao ar livre é um grande passo nesse sentido”, diz Paula Amaral, marketing manager da Terra Nostra. “Queremos continuar a alocar esforços no sentido de reduzir ainda mais a pegada de carbono e, acima de tudo, continuar a ser uma marca de referência no que toca a práticas sustentáveis de produção”, acrescenta.

A empresa aponta que este é o resultado de um estudo desenvolvido durante dois anos pela Terraprima, uma spin-off do Instituto Superior Técnico que analisou o impacto ambiental do produto e dos estágios intermédios de produção, em comparação com sistemas de produção convencionais.

Melhores práticas de produção leiteira

O “Programa Leite de Vacas Felizes” visa proporcionar as “melhores práticas de produção leiteira e os mais exigentes critérios de sustentabilidade e bem-estar animal”.

O “Programa Leite de Vacas Felizes” promove a pastagem ao ar livre 365 dias por ano, tendo dado origem à conquista de um prémio internacional atribuído pela ONG “Compassion in World Farming”.

 

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