Fabrice Crevola, Diretor-Geral da Renault Portugal e Presidente da Fundação Grupo Renault Portugal

No ano em que a Renault comemora 120 anos de existência, a Renault Portugal lança a Fundação Grupo Renault Portugal. O motivo apontado é simples: retribuir ao país o contributo que tem dado à história da marca em Portugal.

A apresentação foi feita na Nova SBE, em Carcavelos, contando com os responsáveis da Renault Portugal, liderados por Fabrice Crevola, seu Diretor-Geral e também do Presidente da Fondation Groupe Renault, Olivier Faust.

A Fundação Grupo Renault Portugal, foi criada numa iniciativa conjunta da Renault Portugal, Renault Cacia, Renault Retail Group Portugal, e a RCI Bank and Services Portugal. Trata-se de uma instituição privada, sem fins lucrativos, presidida pelo Diretor-Geral da Renault Portugal.

A Fundação actuará em quatro eixos fundamentais: Educação, Segurança Rodoviária, Mobilidade Sustentável e Integração/Diversidade.

Uma relação que remonta ao início do século XX

Em Portugal, a história da Renault está carregada de paixão. Os primeiros Renault chegaram ao nosso país no início do século. Mas só em 1929 se inaugurou o primeiro stand de vendas. Desde então, nunca mais parou de evoluir.

Em 1963, a implementação da primeira unidade industrial, na Guarda (responsável pela produção, entre outros, do mítico Renault 4), com a sociedade Indústrias Lusitanas Renault, foi um passo decisivo para a consolidação da marca no país.

Em 1980, teve início o então denominado Projeto Renault, um dos mais estruturantes para o desenvolvimento económico de Portugal. Para além da vertente comercial, integrava a implementação de um projeto industrial e o desenvolvimento de uma rede de fornecedores locais para a indústria automóvel.

Indústria automóvel nacional cresceu com a Renault

A Renault Portuguesa, Sociedade Industrial e Comercial, Lda, tornou-se, na década de 80 e início da década de 90, uma das principais empresas do país. Por várias vezes, foi a principal exportadora nacional, através das fábricas da Guarda, Setúbal e Cacia. Mais do que isso, foi decisiva para que Portugal disponha, hoje, de uma indústria automóvel com um significativo peso no Produto Interno Bruto do país. Afinal foi, na época, que nasceu uma nova indústria nacional para servir as necessidades da Renault: a de componentes automóveis!

Mas a história de sucesso da Renault, em Portugal, está também associada ao sucesso comercial. A marca Renault foi líder de vendas em 32 dos 38 anos de presença direta em território nacional. A hegemonia absoluta dos últimos 20 anos confirma a Renault como a marca automóvel preferida dos Portugueses!

Na Europa Ocidental, só em mais dois países é que a Renault tem uma presença tão forte

Hoje, o Grupo Renault em Portugal é um dos 15 maiores exportadores nacionais. Com uma faturação superior a 1,2 M Milhões e a capacidade de gerar 2.000 empregos diretos e 1.800 indiretos (através da Rede de Distribuição com a maior cobertura do país), o Grupo Renault (constituído pelas marcas Renault, Dacia e Alpine) concentra, em Portugal, todas as atividades de um construtor automóvel: desde a Distribuição (Renault Portugal), até à Financeira (RCI Bank) passando pelo Retalho (Renault Retail Groupe), sem esquecer a Indústria (Renault Cacia), num bem-sucedido exemplo de articulação empresarial, apenas encontrado noutros dois países da Europa Ocidental. 

O Grupo Renault é importante no contexto económico Português e Portugal é um país importante para o Grupo Renault. Os portugueses têm, inequivocamente, uma relação de proximidade, confiança e simpatia com a Renault.

A Fundação Grupo Renault Portugal

 Um contexto racional e emocional que motiva a criação da “Fundação Grupo Renault Portugal”. Um projeto que nasce em prol da sociedade civil e que, como o próprio nome indica, envolve as quatro empresas do grupo: Renault Portugal, RCI Bank, Renault Retail Groupe e Renault Cacia.

Estabelecer uma ligação mais estreita e próxima entre o Grupo Renault e a sociedade civil, incrementando as relações com outras instituições (públicas e privadas) e empresas, e estabelecendo parcerias estratégicas como ferramentas de trabalho para beneficiar comunidades cívicas heterogéneas, são o “leitmotiv” da Fundação agora criada.

Quatro eixos de atuação  

Assumindo o compromisso de manter os valores inatos do Grupo Renault, sempre no quadro de uma instituição privada com estatuto de utilidade pública sem fins lucrativos, a “Fundação Grupo Renault Portugal” pautará a sua ação por quatro eixos de atuação: Educação, Segurança Rodoviária, Mobilidade Sustentável e Integração/Diversidade.  

Na Educação, incrementará o programa “Segurança para Todos”, uma iniciativa pedagógica para a educação e segurança rodoviária infantil, em vigor desde o ano 2000. Mas há outros projetos que procurará implementar, como uma escola itinerante para crianças, atribuição de bolsas de mérito escolar/desportivo para jovens desfavorecidos e assinatura de protocolos de formação com Universidades e Institutos Politécnicos. 

Já em matéria de Segurança Rodoviária, a “Fundação Grupo Renault Portugal” procurará viabilizar um projeto que pressupõe a realização de cursos de condução defensiva para clientes e automobilistas em geral. 

Falar de Mobilidade Sustentável será também ir ao encontro das preocupações da “Fundação Grupo Renault Portugal” que, no seu plano de atividades futuro, procurará desenvolver um concurso universitário intitulado “A Mobilidade do Futuro”, mas também cursos de condução ecológica, para além de garantir o apoio a projetos de sustentabilidade (estritamente ligados à mobilidade) e ter a seu cargo a promoção de projetos de desenvolvimento de rede de carregamentos. 

Mais generalista, mas não menos importante, o polo “Integração/Diversidade” promete dinamizar fóruns de discussão global de temáticas importantes para a integração e desenvolvimento da sociedade civil, que, de alguma forma, se relacionem com os valores preconizados pelo Grupo Renault.  

A par de um ambicioso plano de atividades, a Fundação “Grupo Renault Portugal” terá sempre como objetivo reforçar as suas competências em áreas estratégicas, maximizando a sua capacidade de adaptação à mudança, de forma a manter a missão e a visão preconizadas na sua criação.

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