O apoio às funções humanas por parte da informática em rede (Internet of Things – IoT) e por parte dos sistemas de computação que interagem entre si tendem a entrar, cada vez mais, nas rotinas de todos.

O cinema tem sido pródigo a criar máquinas humanóides, algumas das quais quase providas de coração. Eis um apanhado de 10 robots humanos inesquecíveis que o cinema nos deu:

HAL 9000 em “2001: A Space Odyssey” (1968); C-3PO em “Star Wars” (1977); Roy Batty em “Blade Runner” (1982); Bishop em Aliens (1986); RoboCop em “Robocop” (1987); The T-101 em “Terminator 2: Judgment Day” (1991); David em “A.I. Artificial Intelligence” (2001); WALL-E em “WALL-E” (2008); Luc Deveraux em “Universal Soldier: Regeneration” (2009); e Baymax em “Big Hero 6” (2014).

O robot David em “A.I. – Artificial Intelligence” ou a fábula de Pinóquio pela magia de Steven Spielberg

A possibilidade de se tornarem comuns soluções de robótica submarina para proteger o ambiente, de robots voadores ou terrestres para vigiar as fronteiras, de micro-robots para monitorizar a saúde humana ou de diversos géneros de robótica para a monitorização de diferentes aspetos nas cidades inteligentes e nas infraestruturas de telecomunicações são cenários cada vez menos ficcionais.

Revolução robótica

E se a entrada da internet nas nossas vidas mudou tudo e, em particular toda a forma como comunicamos uns com os outros, o advento da robótica irá causar alterações ainda mais profundas, na perspetiva do CEO e fundador da empresa Boston Dynamics que constrói robots que parecem humanos e animais.

Marc Raibert afirma estar convicto que “a robótica será maior do que a internet”.

“Quando tivermos robots a fazer aquilo que as pessoas e os animais fazem, irão passar a ser extremamente úteis”, aponta Raibert.

Raibert explica que para um robot ser capaz de executar tarefas iguais às das pessoas e animais, requer habilidades sofisticadas, assentes em mobilidade, destreza e percepção autónoma.

Quando os robots estiverem dotados destas três capacidades, Raibert considera que eles poderão entreter-nos, entregar encomendas e ajudar-nos em funções de segurança ou a dar pronta resposta a emergências.

Nessa medida, a Boston Dynamics é uma das empresas a nível mundial que mais tem vindo a trabalhar em robots humanóides, verdadeiramente multitarefa, de grande capacidade de se adaptarem ao ambiente que encontram e de reagirem às contrariedades que enfrentam.

Este vídeo que partilhamos mostra as habilidades e o potencial de inteligência artificial do robot bípede Atlas da Boston Dynamics na transposição de obstáculos, ao melhor estilo do parkour.

Aqui, mais abaixo, fazemos uma compilação de outros filmes que são o exemplo do trabalho que a Boston Dynamics tem vindo a empreender em termos de robótica.

Como é natural na pesquisa científica, de engenharia e tecnológica – e num dos vídeos isso também fica demonstrado – há sempre avanços e recuos, êxitos e frcassos. Mas o caminho parece traçado: possivelmente, num futuro já perto de nós, um dos descendentes destas máquinas vão ajudar-nos nas cidades inteligentes em que viveremos.

Está preparado para ter a sua companhia?…

A saltar e dar cambalhoras para trás

A abrir e a segurar a porta

A arrumar a casa

A correr no campo

A caminhar na neve e a apanhar caixas

A chegar rápido, a todo o lado

A correr ao seu lado

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