A BMW anunciou a expansão da sua fábrica de Leipzig, na Alemanha, com vista ao incremento da capacidade de produção de 250 mil veículos anuais para 350 mil viaturas/ano, a partir de 2020.

Para conseguir estas adicionais 100 mil unidades anuais, bem como para preparar a fábrica para acomodar nas suas linhas de montagem todo o género de motorizações, a BMW investirá mais de 300 milhões de euros.

Leipzig fabrica atualmente o i3/i3 S, bem como o i8 e i8 Roadster e este reforço de produção é um indício forte de que a marcada Baviera espera que as vendas dos seus elétricos e híbridos plug-in possam crescer na ordem de 40% ou mais.

A BMW estima que 15% a 25% das suas vendas sejam de elétricos, em 2025.

De resto, já no próximo outono, os planos vão no sentido de colocar a produção diária dos i da BMW mais elevada, de 130 para 200 carros.

“O Grupo BMW está atualmente a preparar todas as suas fábricas para integrar nas suas estruturas veículos totalmente elétricos, de forma a que possam produzir simultaneamente com motores de combustão, híbridos e carros totalmente elétricos”, aponta a empresa que assinou ainda um acordo de 4 mil milhões de euros com a chinesa Contemporary Amperex Technology Ltd. (CATL) para o fornecimento de baterias de iões de lítio para os seus modelos para os próximos anos.

Este anúncio tem a virtude de surgir, por coincidência, numa altura em que o homem-forte da Siemens tinha advertido que a indústria automóvel alemã poderia sofrer um “choque elétrico” se não se colocar numa posição de ataque no tocante à mobilidade elétrica.

 

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