A marca Fiat vai ser alvo de uma profunda reestruturação na Europa, diz Sergio Marchionne, CEO do Grupo Fiat Chrysler Automobiles. Esse novo posicionamento passará por criar uma gama baseada essencialmente em dois pilares: a linha 500 (com as suas várias variantes) e o Panda, veículos que garantem ao construtor a liderança do segmento A, dos citadinos.

Ponto assente desta filosofia é tornar a Fiat uma marca mais ecológica… e elétrica.

Deste modo, para o ano 2020, sabe-se que será introduzida na nova geração do 500 uma opção 100% elétrica (com uma plataforma nova), com o modelo a incorporar também uma variante Mild Hybrid. Por seu lado, o 500L e o 500X irão acolher unidades Mild Hybrid (ainda que não elétricas, pelo menos, para já).

Recorde-se que a Fiat vende nos EUA um 500 elétrico, mas cada exemplar feito do carro – segundo o próprio Marchionne – representava um prejuízo de 20 mil dólares.

Outra novidade que surgirá será uma carrinha 500 Giardiniera, cuja linha de motorizações incluirá um BEV e que tem a particularidade de traduzir a recuperação do nome de um modelo Fiat (precisamente a carrinha 500) da década de 1960.

Por fim, os modelos Punto e Tipo serão descontinuados, de acordo com Marchionne. Isto por duas ordens de razão: não são tão lucrativos e “a tecnologia que teria de tornar o carro viável para as mais exigentes normas ambientais da União Europeia são demasiado dispendiosas”. Ainda assim, fora do mercado europeu, as diferentes versões do Tipo continuarão disponíveis.

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