O Museu da BMW em Munique inaugurou uma exposição temporária dedicada à sub-marca i. E que evidencia o compromisso do construtor da Baviera com aquele que é o modo de mobilidade mais sustentável das cidades no futuro, os veículos elétricos.

A exposição recebe o nome de “BMW i. Visionary Mobility” e mostra as origens da eletromobilidade, os bastidores do desenvolvimento do i3 e do i8 (com a evolução dos vários desenhos e protótipos que foram sendo feitos), os antecessores dos atuais carros elétricos (dentro e fora do Grupo BMW) e a importância da propulsão elétrica na sustentabilidade das cidades e, em especial das megacidades, as quais se debatem com problemas de espaço, falta de recursos e poluição.

Como refere a marca, “pela primeira vez, a história, o presente e o futuro da mobilidade estão juntas debaixo do mesmo teto”, o teto do Museu da BMW.

A exposição, que o Watts On, já visitou e que aconselha vivamente, preenche cinco patamares do edifício do museu, estruturando-se ao longo da rampa em espiral que ali existe.

Esta não é uma mera exposição (bem organizada) de painéis informativos, gráficos, fotografias ou vídeos em torno da marca i. Aqui, o visitante encontra vários veículos expostos (de série e protótipos), finalizados ou desconstruídos para que se possa observar como é o interior de um elétrico ou a disposição e estrutura das baterias ou ainda mesmo perceber a composição do chassis e da célula de segurança LifeDrive do i3, por exemplo.

Numa viagem pelo mundo da eletrificação automóvel, o visitante é levado até aos jogos Olímpicos de Munique de 1972, quando a BMW colocou em circulação um transformado 1602 para funcionar a eletricidade.

Como o veículo tinha apenas uma autonomia para 30 km, foram utilizados para acompanhar os 42,195 km da maratona … dois exemplares.

O visitante fica ainda a saber que a madeira de eucalipto, a planta tropical kenaf e a folha da oliveira são alguns dos materiais naturais que entram em diferentes zonas no habitáculo do i3: substituem materiais derivados do petróleo, como o plástico, e são mais resistentes e leves do que os materiais convencionais.

A “BMW i. Visionary Mobility” olha também para os novos modos de organização de vida das metrópoles, com destaque para os serviços de carsharing e soluções de mobilidade assentes em app.

A nova exposição temporária
que o Museu da BMW tem patente,
até setembro de 2019, é dedicada
à eletrificação.

E se neste espaço consagrado ao passado (já que se trata de um museu), a BMW montou uma exposição que fala sobre o futuro (eletrificação), o último piso foca a visão mais vanguardista que se prevê que venha a ser assumida pela mobilidade elétrica: a da condução autónoma e da utilização da inteligência artificial.

A entrada para esta exposição temporária está incluída no bilhete, cujo preço standard para adultos é de 10 euros.

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